AMOR
PLATÔNICO (ou nem tanto)
Este termo, amor platônico, é bastante usado
hoje em dia, (ou não mais, porque tem sido substituído por “CRUSH”). Mas, você
tem ideia de por quê “platônico”? E mais, o que REALMENTE significa e como foi
idealizado por quem o criou?
De acordo com o site Significados, amor
platônico pode ser definido como um amor impossível, não correspondido, ou, amor à distância, que não
se aproxima, não toca, não envolve, e também, qualquer tipo de relação
afetuosa ou idealizada em que se abstrai o
elemento sexual, por vários gêneros diferentes! A primeira
definição é o nosso famoso “crush”, uma paixão distante e, na nossa cabeça,
irrealizável; enquanto que a segunda é o amor platônico raiz, definido na Idade
Antiga.
Bom, começando pelo começo, o
termo amor platonicus foi cunhado por
Platão em sua obra “O Banquete”, na qual ele discorre sobre as diferentes
maneiras de entender e praticar o amor além de descreve-lo idealmente como algo
puro e sem paixões, considerando estas cegas, materiais e falsas. Para ele, o amor
se baseava não na atração física, mas nas virtudes da pessoa amada. Além do mais, esse sentimento não existiria
apenas entre duas pessoas, mas também do homem pela política, pela justiça,
pelo saber, pela ética, etc. Platônico é o amor que nos impulsiona para além do
sensível, na busca pela verdade. Assim, Platão acredita que os filósofos são
seres apaixonados. s2
Entretanto, o conceito foi
apropriado pelo cristianismo no século XV e se moldou até chegar aos dias
atuais como o conhecemos. Muito famoso em filmes, livros e músicas, o amor
platônico atualmente rende várias histórias românticas nas quais todos nos
identificamos em algum grau. Quem nunca se doeu com um crush que atire a
primeira pedra!
Separamos uma música da banda
Lagum que ilustra essa paixão distante, confiram:
"Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o
Amor toma conta dele." -Platão
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